10 de setembro de 2026 · Neuraldata
A maioria das auditorias de pixel para no navegador: abre a loja, faz uma compra de teste, vê o evento disparar, dá por conferido. Esse é só o primeiro sentido. O segundo é o que a plataforma de anúncios recebeu e como contou.
O teste que aplicamos: para um período fechado, divida os envios de compra pelas conversões que a plataforma reporta. O resultado precisa ficar perto de um. Bem acima de um, há duplicidade (o mesmo pedido enviado pelo pixel do navegador e pelo servidor sem deduplicação). Bem abaixo, há perda (eventos bloqueados, domínio fora da lista permitida, janela de atribuição diferente).
Passos que funcionam: primeiro, enumerar os domínios que realmente disparam eventos a partir do tráfego, não a partir de uma lista escrita de cabeça. Segundo, comparar por dia, não por mês, porque o erro costuma nascer numa data específica. Terceiro, conferir a deduplicação no relatório da plataforma, nunca no console do navegador: o navegador mostra um evento recebido e isso não prova que ele foi deduplicado.
Quarto, quando um número parece estranho, perguntar quem mais escreve no destino antes de mexer em qualquer código. Quinto, depois de consertar, reinjetar o caso que falhava para provar que a guarda funciona.
No MC Analytics, esse roteiro virou um módulo de diagnóstico. Fora dele, cabe numa manhã de trabalho com acesso ao gerenciador de eventos e ao banco de pedidos.